Local

Local

A Escola Superior Agrária de Santarém (ESAS) tem como missão a criação, transmissão e difusão de conhecimento tecnológico, científico e cultural, promovendo a educação superior assente na investigação e no desenvolvimento experimental, num quadro de referência internacional. A ESAS fomenta uma política de atualização e de exigência constante, contribuindo assim para a melhoria da coesão, da competitividade e da sustentabilidade territorial.

A ESAS insere-se na região da Lezíria do Tejo e integra uma das sub-regiões estatísticas – NUT III – da Região do Alentejo. A actividade económica na região da Lezíria do Tejo apresenta uma especialização produtiva com evidente peso do sector primário e uma forte presença na indústria agroalimentar, os quais assumem um papel de destaque no panorama agrícola nacional, pela diversidade de sistemas de produção, pela quantidade e qualidade das suas produções vegetais e animais, e pela dinâmica dos seus produtores, sendo claramente a região agrícola portuguesa com maior rentabilidade e competitividade.

A oferta formativa da ESAS encontra-se organizada numa perspetiva de fileira desde Cursos Técnicos Superiores Profissionais, a cursos de 1º e 2º ciclos, i.e., de Licenciatura e de Mestrado, respetivamente, os quais se integram nas áreas de Agronomia, Zootecnia e Tecnologia Alimentar. Não obstante a maioria dos cursos serem ministrados no campus da ESAS, existem outros que se encontram deslocalizados noutras escolas. A atividade científica reflete-se na Escola essencialmente a dois níveis: no aumento do seu potencial científico, pelo qual a Escola é observada e apreciada pelas suas congéneres e na oferta formativa, constituindo uma ferramenta fundamental no processo de aprendizagem. A investigação e desenvolvimento correlacionada com a formação, nos seus diferentes ciclos de estudo, nomeadamente através do desenvolvimento de metodologias de ensino baseadas em projeto, permite o desenvolvimento tarefas e desafios, por parte dos estudantes, com vista à resolução de problemas concretos. Por outro lado, a atividade científica orientada para a inovação e desenvolvimento no sector produtivo, contribui para solucionar necessidades reais do tecido institucional e empresarial da região, reforçando e valorizando o impacto dos institutos politécnicos na coesão e desenvolvimento regional.